A Devoção à Divina Misericórdia, não é uma devoção como as outras. Também não é uma devoção que quer revelar algo novo. A Devoção à Divina Misericórdia, veio apenas para recordar aos homens e mulheres dos tempos de hoje, que a Misericórdia é o maior atributo de Deus, e que estamos em nossos dias, vivendo o “Tempo da Misericórdia”. Depois desse tempo virá o dia da justiça.
As revelações particulares sempre fizeram parte da história da Igreja. Cremos que as Sagradas Escrituras contém toda a revelação de Deus para a humanidade, especialmente consumada pela Encarnação, Vida, Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. Porém, Deus, de tempos em tempos, conforme a necessidade, tem falado para o mundo através de homens e mulheres escolhidos para uma missão especial.
É nesta perspectiva, que Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, escolheu uma irmã da Congregação de Nossa Senhora da Misericórdia, na Polônia, e a ela fez algumas revelações durante os anos 1930, para recordar ao mundo a sua insondável misericórdia. Esta irmã chama-se Faustina Kowalska. Hoje, Irmã Faustina é santa, tendo sido canonizada pelo Papa João Paulo II no dia 30 de abril de 2000 (Domingo da Misericórdia), sendo a primeira santa do terceiro milênio.
PEQUENA BIOGRAFIA DE SANTA FAUSTINA
MARIA FAUSTINA KOWALSKA escrevia em 1937 no seu Diário: “A glorificação da Tua misericórdia, ó Jesus, é a missão exclusiva da minha vida”.
Nasceu em Glogowiec, na Polônia central, no dia 25 de Agosto de 1905, de uma família camponesa de sólida formação cristã. Desde a infância sentiu a aspiração à vida consagrada, mas teve de esperar diversos anos antes de poder seguir a sua vocação. Em todo o caso, desde aquela época começou a percorrer a via da santidade. Mais tarde, recordava: “Desde a minha mais tenra idade desejei tornar-me uma grande santa”.Com a idade de 16 anos deixou a casa paterna e começou a trabalhar como doméstica. Na oração tomou depois a decisão de ingressar num convento.
Assim, em 1925, entrou na Congregaçãodas Irmãs da Bem-aventurada Virgem Maria da Misericórdia, que se dedica à educação das jovens e à assistência das mulheres necessitadas de renovação espiritual. Ao concluir o noviciado, emitiu os votos religiosos que foram observados durante toda a sua vida, com prontidão e lealdade. Em diversas casas do Instituto, desempenhou de modo exemplar as funções de cozinheira, jardineira e porteira. Teve uma vida espiritual extraordinariamente rica de generosidade, de amor e de carismas que escondeu na humildade dos empenhos quotidianos.O Senhor escolheu esta Religiosa para se tornar apóstola da Sua misericórdia, a fim de aproximar mais de Deus os homens, segundo o expresso mandato de Jesus: “Os homens têm necessidade da minha misericórdia”. Em 1934, Irmã Maria Faustina ofereceu-se a Deus pelos pecadores, sobretudo por aqueles que tinham perdido a esperança na misericórdia divina. Nutriu uma fervorosa devoção à Eucaristia e à Mãe do Redentor, e amou intensamente a Igreja participando, no escondimento, na sua missão de salvação. Enriqueceu a sua vida consagrada e o seu apostolado, com o sofrimento do espírito e do coração. Consumada pela tuberculose, morreu santamente em Cracóvia no dia 5 de Outubro de 1938, com a idade de 33 anos.João Paulo II proclamou-a Beata no dia 18 de Abril de 1993; sucessivamente, a Congregação para as Causas dos Santos examinou com êxito positivo uma cura milagrosa atribuída à intercessão da Beata Maria Faustina, e no dia 20 de Dezembro de 1999foipromulgado o Decreto sobre esse milagre.
Foi Canonizada em 30 de abril de 2000, pelo Papa João Paulo II, sendo agora invocada como Santa Maria Faustina do Santíssimo Sacramento.
(Biografia retirada do blog.cancaonova.com/misericordia/)
Todo conteúdo da mensagem sobre a Divina Misericórdia encontra-se no Diário escrito por Irmã Faustina, publicado pela Congregação dos Padres Marianos (os quais têm divulgado essa mensagem no mundo inteiro).
No Diário fica claro que Jesus quis mostrar que toda a história da salvação, que encontramos nas Sagradas Escrituras é uma história da misericórdia de Deus para com cada criatura humana. Por causa das nossas misérias humanas que são nossos pecados, só mesmo a Misericórdia Divina para nos regenerar e nos abrir as portas da salvação.
Sabemos que através da Igreja, podemos ter acesso aos Sacramentos que são como que tábuas de salvação para todos nós, especialmente os Sacramentos da Confissão e da Eucaristia.
Para melhor viver este grandioso mistério da misericórdia, Jesus indicou alguns meios que são como uma forma de Devoção, que complementam a prática e a vivência dos sacramentos:
A Imagem da Misericórdia Divina
A Hora da Misericórdia (oração de meditação às 3 horas da tarde; hora da morte de Jesus)
O Terço da Misericórdia
As Obras de Misericórdia
A Festa da Divina Misericórdia
A Novena à Misericórdia Divina
A IMAGEM DA MISERICÓRDIA DIVINA ou (Imagem de Jesus Misericordioso)
Como escolhida para ser a Secretária da Misericórdia, Santa Faustina era constantemente agraciada por Jesus com visões e revelações. Numa dessas visões o próprio Senhor apareceu pedindo a ela que mandasse pintar uma imagem conforme o modelo que ela estava vendo. Essa imagem seria um vaso, uma fonte, onde todos poderiam se achegar e buscar a infinita misericórdia de Deus.
Como vemos na Imagem, Jesus aparece atravessando a porta do cenáculo (onde se reuniam os apóstolos), vestindo veste branca, radiante de luz, erguendo sua mão direita para benção e a mão esquerda voltada para o seu peito, na área do coração, de onde saem dois raios, um vermelho e um pálido (representando o sangue e a água que jorraram do seu coração quando foi traspassado pela lança do soldado).
Podemos visualizar através da Imagem da Misericórdia Divina, três cenas:
1ª – Quando Jesus aparece aos apóstolos, logo após sua Ressurreição, atravessando a porta do cenáculo, comunicando a sua Paz e mostrando suas feridas, soprando sobre eles o Espírito Santo e dando-lhes autoridade para perdoar os pecados (Jo 20, 19-31).
2ª – A cena da perfuração do seu lado (coração), pela lança do soldado. Então jorraram sangue e água como fonte de misericórdia para nós, representando o Sangue da Eucaristia e as águas do Batismo (Jo 19, 31-37).
3ª – Vestido com a roupa branca, ele é o Eterno Sumo Sacerdote vindo do Santo dos Santos do Céu que á própria Sede de Misericórdia do Pai (Eclo 50, 18-21 e Lv 16, 1-4).
Assim pediu Jesus à Irmã Faustina:
“Pinta uma Imagem de acordo com o modelo que estás vendo, com a inscrição: Jesus, eu confio em Vós. Desejo que esta Imagem seja venerada primeiramente na vossa capela e depois, no mundo inteiro. Prometo que a alma que venerar esta Imagem não perecerá. Prometo também, já aqui na Terra, a vitória sobre os inimigos e, especialmente na hora da morte. Eu mesmo a defenderei como Minha própria glória” (Diário 47-48, 22 de fevereiro de 1931).
Quando a Irmã Faustina ficou triste ao ver que o pintor não tinha conseguido pintar Jesus tão belo como ela O havia visto, o próprio Jesus disse a ela:
“O valor da Imagem não está na beleza da tinta nem na habilidade do pintor, mas na minha graça” (Diário 313).
O próprio Jesus também pediu a ela: “Desejo que esta Imagem seja solenemente benzida no primeiro Domingo depois da Páscoa e que receba veneração pública, para que toda alma possa saber disso. (...) Por meio dessa Imagem concederei muitas graças às almas; que toda alma tenha, por isso, acesso a ela” (Diário, nº 341 e nº 570).
A HORA DA MISERICÓRDIA
Jesus pediu a Irmã Faustina que sempre às 3 horas da tarde, fizesse um momento de meditação sobre a Sua Paixão e implorasse misericórdia para o mundo. Esse pedido de Jesus é o que chamamos de Oração das Três Horas e pode ser recitado nessa hora, que foi o momento de Sua morte na cruz:
“Às três horas da tarde, implora à Minha Misericórdia especialmente pelos pecadores e, ao menos por um breve tempo, reflete sobre a Minha Paixão, especialmente sobre o abandono em que Me encontrei no momento da agonia. Esta é a hora de grande misericórdia para o Mundo inteiro. Permitirei que penetres na Minha tristeza mortal. Nessa hora nada negarei à alma que Me pedir pela Minha Paixão...” (Diário, 1320).
Uma jaculatória que pode ser rezada nessa hora e que também foi ensinada por Jesus à Irmã Faustina é a seguinte: “Ó Sangue e Água que jorrastes do coração de Jesus, como fonte de misericórdia para nós, eu confio em Vós!” (Diário, 84).
O TERÇO DA MISERICÓRDIA
Irmã Faustina recebeu as palavras deste terço em uma visão no ano de 1935. “Ela via um anjo de Deus na missão de executar a ira divina. Foi levada para junto do trono de Deus e começou a suplicar misericórdia para o mundo rezando as palavras que ouvia interiormente. Enquanto ela rezava, viu a impossibilidade do Anjo de executar o justo castigo, merecido por causa dos pecados”.
ASSIM REZAMOS O TERÇO DA MISERICÓRDIA: - No início: Pai-Nosso, Ave-Maria e Creio
Nas contas do Pai-Nosso: Eterno Pai, eu vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e dos do mundo inteiro.
Nas contas das Ave-Marias: Pela sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro. E no fim do terço rezamos três vezes:
Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro.
Obs.: O Terço da Misericórdia pode ser rezado a qualquer hora e várias vezes ao dia. Sendo possível, é bom rezá-lo às 3 horas da tarde que é a Hora da Misericórdia.
ALGUMAS PROMESSAS DE JESUS A QUEM REZAR ESTE TERÇO:
“As almas que rezarem este Terço, serão envolvidas pela Minha Misericórdia, durante a sua vida e, de modo particular, na hora da morte”. (Diário, 754).
“Minha filha, exorta as almas a rezarem este Terço que te dei. Pela recitação deste Terço agrada-me dar tudo o que Me peçam”. (Diário, 1541).
“Escreve que, quando recitarem esse Terço junto aos agonizantes, Eu Me colocarei entre o Pai e a alma agonizante não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso”. (Diário, 1541).
AS OBRAS DE MISERICÓRDIA
Sede misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso. (Lc 6, 36)
Jesus disse à Santa Faustina, que além da fé, é necessário que sejamos misericordiosos para com nossos irmãos:
“Deve haver também atos de misericórdia” – lhe disse Ele, “porque mesmo a fé mais forte de nada serve sem as obras”. (Diário, 742).
“Eu te indico três maneiras de praticar a misericórdia para com o próximo: a primeira é a ação, a segunda, a palavra, e a terceira, a oração. Nesses três graus repousa a plenitude da misericórdia, pois constituem uma prova irrefutável do amor por Mim. É deste modo que a alma glorifica e honra a Minha misericórdia”. (Diário, 742).
A ação, a palavra e a oração, que pede Jesus, podem ser expressadas através das obras de misericórdia que nos tem ensinado a Santa Igreja:
- Obras de Misericórdia Corporais:
Alimentar os famintos / dar de beber aos sedentos / vestir os nus / dar abrigo aos viajantes / confortar os prisioneiros / visitar os doentes / sepultar os mortos.
- Obras de Misericórdia Espirituais:
Ensinar os ignorantes / corrigir os pecadores / aconselhar os que estão na dúvida / consolar os aflitos / suportar pacientemente as injustiças / rezar pelos vivos e pelos defuntos.
A FESTA DA DIVINA MISERICÓRDIA
A Festa da Divina Misericórdia é um dos elementos mais importantes dentro das revelações feitas por Jesus à Santa Faustina. No Diário de Santa Faustina, em 37 números podemos encontrar citações desta Festa. Em 16 destes, Jesus faz uma manifestação extraordinária a seu respeito.
Em 22 de fevereiro de 1.931, Jesus disse à Santa Faustina:
“...Eu desejo que haja a Festa da Misericórdia. Quero que essa Imagem, que pintarás com o pincel, seja benzida solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa, e esse domingo deve ser a Festa da Misericórdia”. (Diário, 49).
Jesus pediu a Santa Faustina que trabalhasse para a oficialização da Festa da Divina Misericórdia por parte da Igreja. Ela enfrentou muitos obstáculos para a oficialização da Festa. Por muitas vezes se ofereceu em sacrifício pela aprovação desta Festa pela Igreja. Um dos que mais se empenhou pela aprovação da Festa, junto com Santa Faustina, e muito mais ainda, após a morte dela, foi o seu diretor espiritual, Pe. Miguel Sopocko, que foi beatificado recentemente, em 28 de Setembro de 2008. A Festa da Divina Misericórdia veio a ser oficializada no dia da canonização de Santa Faustina, no dia 30 de abril de 2000. O Papa João Paulo II, compatriota da Irmã polonesa, teve a alegria de beatificá-la e canonizá-la. Na homilia da canonização, sobre a Festa da Misericórdia ele disse: “...É importante, então, que acolhamos inteiramente a mensagem que nos vem da Palavra de Deus neste segundo Domingo de Páscoa, que de agora em diante na Igreja inteira tomará o nome de “Domingo da Divina Misericórdia”...”
Em 5 de maio de 2000, a Santa Sé, através da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos publicou o Decreto que proclama o 2º Domingo de Páscoa como Domingo da Divina Misericórdia.
E em 29/06/2002, um outro Decreto da Penitenciária Apostólica, enriqueceu ainda mais o Domingo da Divina Misericórdia, concedendo indulgência plenária ou parcial aos que participarem de atos de honra à Misericórdia Divina no dia da Festa.
- Alguns trechos do Diário de Santa Faustina, onde Jesus fala sobre a Festa da Divina Misericórdia:
“...Na Minha festa, na Festa da Misericórdia, percorrerás o mundo inteiro e trarás as almas que desfalecem à fonte da Minha misericórdia. Eu as curarei e as fortalecerei”. (Diário, 206). “Pede ao meu servo fiel que, nesse dia, fale ao mundo inteiro desta Minha grande misericórdia, que aquele que, nesse dia, se aproximar da Fonte da Vida, alcançará perdão total das culpas e penas. A Humanidade não encontrará a paz enquanto não se voltar, com confiança, para a Minha misericórdia”. (Diário, 300).
“Nenhuma alma terá justificação, enquanto não se dirigir, com confiança, à Minha misericórdia. E é por isso que o primeiro domingo depois da Páscoa deve ser a Festa da Misericórdia. Nesse dia, os sacerdotes devem falar às almas desta Minha grande e insondável misericórdia”. (Diário, 570).
“Minha filha, fala a todo o mundo da Minha inconcebível misericórdia. Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. Neste dia, estão abertas as entranhas da Minha misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e das penas. Nesse dia, estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais fluem as graças. Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de Mim, ainda que seus pecados sejam como o escarlate. A Minha misericórdia é tão grande que por toda a eternidade nenhuma mente, nem humana, nem angélica, a aprofundará. Tudo o que existe saiu das entranhas da Minha misericórdia. Toda alma contemplará em relação a Mim, por toda a eternidade, todo o Meu amor e a Minha misericórdia. A Festa da Misericórdia saiu das Minhas entranhas. Desejo que seja celebrada solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa. A humanidade não terá paz enquanto não se voltar à fonte da Minha misericórdia”. (Diário, 699).
“As almas se perdem, apesar da Minha amarga Paixão. Estou lhes dando a última tábua de salvação, isto é, a Festa da Minha Misericórdia. Se não venerarem a Minha misericórdia, perecerão por toda a eternidade”. (Diário, 965).
“Desejo conceder indulgência plenária às almas que se confessarem e receberem a Santa Comunhão na Festa da Minha misericórdia”. (Diário, 1109).
Como podemos perceber, a Festa da Divina Misericórdia é um grande e profundo desejo do Coração Misericordioso de Jesus, por isso o tamanho valor e importância dela.
Vejam o que disse Jesus:
“... O Meu Coração se alegra com esta Festa”. (Diário 998).
“Participemos então, com grande piedade e confiança da FESTA DA DIVINA MISERICÓRDIA, a cada ano, no 2º Domingo da Páscoa ou Domingo da Divina Misericórdia!!!”
A NOVENA À MISERICÓRDIA DIVINA
Para nos prepararmos para a Festa da Misericórdia, Jesus pediu à Irmã Faustina que fizesse uma novena de orações, da Sexta-feira Santa até o Sábado, véspera da Festa:
“Desejo que durante estes nove dias, conduzas as almas à fonte da Minha misericórdia, a fim de que recebam força, alívio e todas as graças de que necessitam nas dificuldades da vida e, especialmente na hora da morte. Cada dia conduzirás ao Meu Coração um grupo diferente de almas e as mergulharás nesse oceano da Minha misericórdia. Eu conduzirei todas essas almas à Casa de Meu Pai. Procederás assim nesta vida e na futura. Por Minha parte, nada negarei àquelas almas que tu conduzirás à fonte da Minha misericórdia. Cada dia pedirás a Meu Pai, pela Minha amarga Paixão, graças para essas almas”. (Diário, 1209).
Irmã Faustina respondeu que não sabia como fazer essa novena, então, o próprio Jesus disse a ela, as intenções que ele queria que fossem rezadas em cada dia. Citamos a seguir, apenas as intenções. A Novena completa com as orações que acompanham as intenções, pode ser adquirida em nossa Associação:
1º dia: a humanidade inteira, especialmente todos os pecadores / 2º dia: as almas dos sacerdotes e religiosos / 3º dia: as almas piedosas e fiéis / 4º dia: os pagãos e aqueles que ainda não conhecem Jesus / 5º dia: as almas dos cristãos separados da unidade da Igreja / 6º dia: as almas mansas e humildes / 7º dia: as almas que veneram e glorificam a misericórdia de Deus / 8º dia: as almas que se encontram no Purgatório / 9º dia: as almas tíbias.
PROMESSA DE JESUS: “Através desta novena concederei às almas toda espécie de graças”. (Diário, 796)